Roncar pode ser apenas um incômodo — ou um sinal de apneia obstrutiva do sono, que merece investigação. Entenda a diferença e quando procurar avaliação.
O ronco é o som causado pela vibração das estruturas da garganta quando o ar passa por uma via aérea estreitada durante o sono. O ronco isolado, sem outros sintomas, costuma ser chamado de ronco primário.
Já a apneia obstrutiva do sono (AOS) é quando a via aérea fecha parcial ou totalmente durante o sono, causando pausas repetidas na respiração e quedas na oxigenação. Nesses casos, o ronco geralmente vem acompanhado de outros sinais.
Vale investigar quando, além do ronco, há:
A avaliação começa com a história clínica e o exame de nariz e garganta para identificar pontos de obstrução. Quando há suspeita de apneia, o exame de referência (padrão-ouro) é a polissonografia — um estudo do sono que registra respiração, oxigenação, sono e outros parâmetros durante a noite. Há versões feitas em laboratório do sono e versões domiciliares, conforme o caso.
A apneia do sono não tratada está associada a maior risco de problemas como hipertensão e doenças cardiovasculares, além do impacto na sonolência diurna e na qualidade de vida. Identificar e tratar pode ajudar a reduzir esses riscos. O tratamento é individualizado e definido após a investigação — não existe solução única para todos os casos.
Houver pausas na respiração relatadas, engasgos noturnos, sono não reparador ou sonolência excessiva durante o dia.
Avaliamos ronco e distúrbios do sono em Caraguatatuba e podemos indicar a investigação adequada.
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