O teste da orelhinha é o nome popular da triagem auditiva neonatal: um exame simples e indolor que verifica a audição do bebê nos primeiros dias de vida. No Brasil, é obrigatório e gratuito por lei. Ele ajuda a identificar precocemente alterações na audição.
É uma triagem da audição feita ainda na maternidade, em todos os recém-nascidos. O objetivo não é dar um diagnóstico fechado, mas indicar se o bebê precisa, ou não, de uma avaliação auditiva mais detalhada.
A Lei Federal nº 12.303, de 2010, tornou obrigatória e gratuita a realização do teste da orelhinha em todos os hospitais e maternidades do país. Por isso, todo bebê tem direito ao exame.
O ideal é realizar ainda na maternidade, nos primeiros dias de vida, e preferencialmente até o primeiro mês. Quando o bebê tem alta antes do teste, ele deve ser feito o quanto antes em serviço indicado.
Geralmente é realizado por meio das otoemissões acústicas (EOA): um pequeno fone na entrada do ouvido emite sons suaves e capta a resposta da cóclea. Não dói, não usa agulhas e costuma ser feito com o bebê dormindo. Em alguns casos, o médico pode indicar o exame BERA (também chamado PEATE), que avalia a via auditiva até o cérebro.
Identificar alterações na audição cedo permite acompanhar e intervir no momento certo, favorecendo o desenvolvimento da audição, da linguagem e da comunicação da criança. Quando a triagem aponta necessidade de revisão, o passo seguinte é uma avaliação auditiva completa.
Triagem auditiva do recém-nascido, indolor, obrigatória e gratuita por lei (Lei nº 12.303/2010). Ideal nos primeiros dias e até o 1º mês de vida.
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